Clínica de castração / Castration Clinic
By: Manhoo

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One teenager goes to a clinic to be disciplined - in Portuguese.


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Eu me chamo Wallace. Tenho 16 anos e os fatos que narro aconteceram há algumas semanas.

Eu fui adquirido como servo por um casal muito. Eles se casaram há pouco tempo e ambos possuem um comportamento dominante.

As regras eram simples - eu deveria fazer o trabalho da casa durante o dia e frequentar um centro de treinamento durante a noite.

As regras sexuais eram outras, expressas em um contrato:

- Eu devo estar sempre completamente depilado (para isto minha dona me leva quinzenalmente ao salão, todos os meus pêlos são removidos - das pernas, axilas, braços e os pubianos).

- Não é permitido nenhum tipo de vestimenta durante meu trabalho, exceto um avental e, ocasionalmente uma gravata borboleta.

- Ereções são proibidas, exceto sob supervisão de ambos meus senhores.

- Ejaculações e orgasmos são igualmente proibidas.

No entanto, um dia, após a rotina de serviço, fui pego, por minha senhora, quebrando uma das regras - eu me masturbava no banheiro quando ela adentrou repentinamente!

Ela não disse nada, me levou ao quarto e me amarrou na cama. Depois, enquanto eu ainda mantinha uma firme ereção, sugou meus testículos... Eu me desesperava, mas nenhum contato em meu pênis foi feito, impedindo que eu ejaculasse!

Foi uma noite terrível.

Ao amanhecer, ela me acordou e me desamarrou: Vamos!

Então fomos à clínica. Eu imaginava o que me aguardava. Ainda completamente nu, acompanhei ela até a mesa da secretária. Outros dois jovens eram aguardavam acompanhados por duas mulheres. Eu era o único despido.

Minha senhora falou: "Eu liguei ontem pela noite. Agendei a cirugia para às 10."

"Ah, sim... Por favor, me acompanhe."

Fomos a uma outra sala, onde uma enfermeira nos recebeu. A secretária então partiu.

A enfermeira começou:

"Olá, meu nome é Patrícia... vamos ver o que temos aqui?" - falou olhando para meus órgãos genitais.

Subi na cama, forrada por um papel branco. E ela, inspecionando minha genitália continuou:

"Vamos ver... Não precisa ficar envergonhado, eu faço isso ha anos, vejo todo tipo de pinto: pequenininhos, grandes, médios..."

Então, com uma fita métrica ela mediu meu pênis - 13 cm esticado.

"Nada mal, 13 cm, não é grande... mas não é de todo pequeno! Vamos ver a bolsa escrotal."

Passou a medir a circunferência de meus testículos enquanto anotava tudo em uma prancheta.

"Como você já está depiladinho, não vamos precisar fazer isso... Você tem alguma pergunta?"

Neste instante, minha senhora saiu da sala, chamada pela secretária da clínica...

Então perguntei:

"O que você vai fazer comigo?!" - Embora temesse qualquer resposta...

"Olha, eu vou auxiliar uma orquiotomia bilateral, é este o nome para a remoção dos dois testículos. Pelas informações que tenho aqui, você anda se masturbando de maneira incontrolável... Esse procedimento irá ajudá-lo a se controlar. É rápido e não irá doer nada."

Insisti:

"E meu pinto? Vocês vão cortá-lo?"

Ela respondeu, pegando nele delicadamente...

"Não, não... No seu caso não foi solicitado isso. Mas depois da castração, sua libido irá cair, ou seja, você não irá sentir muito desejo sexual, assim como as ereções ficarão mais difíceis..."

Uma porta se abriu e uma mulher, também de branco entrou: Vamos lá!

A enfermeira apresentou-a: Esta é a doutora Marlice, ela é a médica, vamos para a outra sala.

Fomos, lá fui colocado com as pernas abertas em uma outra cama. Meus pés foram atados, expondo ao máximo minhas partes intímas. A enfermeira passou um algodão gelado em meu saco:

- É apenas um pouco de álcool para esterilizar a região.

Em seguida, com uma borracha, amarraram a base de meu saco e explicaram:

"É apenas para conter o fluxo de sangue, evitando hemorragias e diminuindo a dor. Agora eu vou aplicar um anestésico..."

E com uma seringa, foi aplicado um líquido em três pontos diferentes: no púbis, logo acima do pênis; embaixo de meu saco, entre o ânus e o saco; e dentro do próprio saco, logo abaixo do pênis.

"Ué, você está gostando?! O seu pintinho está ficando duro?!" Falou a enfermeira. Minha ereção era inexplicável - eu me sentia envergonhado e a iminência de perder os testículos me provocava uma constrangedora ereção.

A médica então falou:

"Não podemos desperdiçar essa ereção! Olhe que pintinho mais bonitinho! Ficará ainda mais lindo castrado."

Ela começou a me masturbar delicadamente, enquanto passava o indicador em minha glande...

Rapidamente, explodi, ejaculando com força!

A médica falou:

"Sem essas bolas, esse monte de esperma não será mais problema! Você não irá sujar a casa toda com isso!"

Então pegou um bisturi e abriu eu saco. Eu não podia sentir nada, mas podia ver, graças a um espelho segurado pela enfermeira.

Primeiro meu testículo direito foi cortado e colocado em um vidro. Depois o esquerdo. Assim, o corte foi suturado.

A médica explicou:

"Com o tempo a sua bolsa escrotal irá encolher, ficando mais adequada a sua condição de eunuco... Mas se você quiser, a qualquer tempo nós podemos tirá-la."

Eu fui solto e de pé, fui colocado de frente para um espelho em que podia ver meu corpo inteiro. A enfermeira falou:

"Olhe só, não ficou muito melhor sem aquelas coisas penduradas?! Aquilo estragava, não era nada estético... Aposto que sua dona vai adorar!"

Ela então entrou e com um olhar de alegria logo comentou:

"Que ótimo serviço! Eu sempre quis um servo castrado, agora ele poderá se dedicar a longas sessões de sexo oral em mim, sem ficar querendo se masturbar... Aliás, esse hábito detestável será agora suprimido!"

Quando saíamos, Marlice lembrou minha dona:

"Ei, você está esquecendo as bolinhas dele!" E fechou o pequeno vidro com meus testículos dentro de um líquido transparente.

"Ah claro, eu colocarei na mesa da sala de jantar, assim todas as visitas poderão ver, não é meu eunuco?!"

Eu concordei, sileciosamente, apenas mechendo a cabeça.

Quando passamos pela recepção, minha senhora parou para preencher um formulário e lá continuei, nu e agora expondo a completa ausência de bolas, aos olhos curiosos e espantados dos outros dois jovens.

A secretária apoiou-se sobre o balcão e examinando-me, ainda falou, o que para mim soou como uma zombaria:

"Fizeram um bom trabalho! Mas ele tem um pintinho tão pequenininho que deveriam ter cortado também!"

Partimos. Agora eu era um eunuco. Castrado por desobedecer as regras de um servo. Castrado para atender os desejos secretos de minha senhora.


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