CASTRAÇÃO POR UMA BELA SENHORA - CASTRATION BY A BEAUTIFUL LADY
By: capado

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Two guys are castrated by a beautiful lady who buyed them


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Estava no mercado, juntamente com outros três rapazes, vestidos apenas com uma túnica de algodão cru.

Eu tinha 16 anos, os outros rapazes 12, 14 e 15 anos. Obviamente, o garoto de 12 anos chorava muito, e muitas vezes era repreendido severamente com tapas e ameaças de chicotadas.

Todos nós estávamos assustados, havíamos sido seqüestrados há uma semana por um negociante de escravos, e desde então éramos alimentados somente com frutas e água duas vezes por dia, e ficávamos alojados em uma espécie de gaiola por todo o dia. Quando anoitecia éramos recolhidos na casa do senhor de escravos, em um quarto pequeno e sem móveis, para no outro dia, ao amanhecer, sermos novamente expostos no mercado.

Até que chegou um casal bem vestido, escoltado por dois homens armados com espadas curtas.

A mulher era alta e bela, muito elegante, adornada com muitas jóias, seu vestido apertado e decotado deixava os seios extremamente atrativos.

O homem nos olhou por algum tempo, então perguntou para o senhor de escravos a nossa idade e aptidões.

Sendo-lhe respondidas as idades, e quanto as aptidões, o senhor respondeu:

“- Bem, são novos, e de uma vila de camponeses, podem ser ensinados a trabalhar em qualquer atividade, desde cozinha, afazeres domésticos, até lida no campo!”

Então a mulher pediu para nos inspecionar, e o senhor de escravos determinou:

“- Tirem as túnicas, e venham pra frente da gaiola! Fiquem com as mãos para trás, e olhem para baixo!”

Eu fiquei muito envergonhado, mas notei que todos os rapazes também estavam, em especial o mais novo, mas prontamente atendemos.

Ela então olhou para os meus genitais, e para do garoto de 12 anos, e falou apontando para nós dois:

“- Gostei desses dois, o mais velho servirá para os trabalhos mais pesados em casa, e o outro será um bom serviçal.”

Então o marido dela falou para o senhor de escravos:

“- Só precisamos castrar esses meninos antes, você faz o serviço?”

Para meu pânico ele respondeu:

“- Sim, é claro, só cobro 100 moedas a mais de cada um, e serão castrados agora mesmo. Vamos até minha casa.”

Assim ele ordenou que os todos nos vestíssemos, entrou na gaiola e me amarrou junto com o menino e nos puxou para sua casa, sendo acompanhados pelo casal e seus guardas.

Os outros dois rapazes ficaram no mercado com o ajudante do senhor de escravos.

Quando entramos na casa do senhor de escravos, ele nos levou (todos) para um cômodo, com duas mesas, com espaços para prender braços e pernas bem separados, e um baú no canto.

Ele então me desamarrou, e prendeu na mesa.

Nessa hora, ele pegou o menino e levou para outra mesa. Ao notar que o menino chorava muito ele falou:

“- Cale logo sua boca, eu não quer ouvir mais um grito, senão vou te chicotear!”

O menino então implorou:

“- Por favor senhor, não faça nada comigo, eu prometo que não vou fazer nada, mas não corte meu pinto.”

O senhor então respondeu:

“- Eu não vou cortar seu pinto, só vou tirar seus bagos! E se você se comportar, eu faço isso bem rápido, mas se você se espernear muito ou gritar, ou vou fazer de um jeito que você nunca vai esquecer, e cada vez que se lembrar desse momento vai sentir novamente a dor!”

O menino começou a chorar silenciosamente, e eu estava em panico, mas sabia que não poderia fazer nada.

Então o senhor de escravos arrancou nossas túnicas, e perguntou ao casal:

“- E aí, como vai ser? Querem que corte só os ovos deles, ou tire o saco? Se preferirem, posso queimar também. A escolha é de vocês”.

O homem então respondeu:

“- Prefiro que corte apenas os testículos deles, o saco depois murcha, principalmente do pequeno.”

A mulher então pediu:

“- Comece pelo pequeno, ele está muito assustado, se assistir a castração do outro vai ficar mais nervoso.”

Então o senhor de escravos pegou uma faca no baú que estava no quarto e se aproximou do menino.

Seu pênis era bem pequeno, uns 10 centímetros, e os testículos também, ele não era circuncidado. Quando o senhor segurou seu saco escrotal e puxou para baixo, esticando a pele o pênis levantou em ereção, então a mulher, deixando o marido um pouco sem graça falou:

“- Não sei porque eles sempre se excitam nessa hora!”

Depois o senhor em um golpe seco tirou uma “tampa” da bolsa escrotal, e puxou os testículos para fora, depois riscou um, e outro, mas quando começou a puxar os cordões espermáticos, o menino gemia tão alto que ele falou:

“- Lembre-se do que disse, fique quieto que eu faço o mais rápido que puder.”

Depois o senhor juntou os dois cordões e cortou de uma vez, então pegou uma toalha, e limpou o garoto. E falou:

“- Prontinho, esta capado, agora é só esperar o saco murchar e o pintinho começar a encolher, olhem só como os baguinhos dele eram pequenos (e mostrou para todos no quarto). Esta é a melhor idade para capar, 12 anos, ainda não está completamente desenvolvido, mas já sabe o que está perdendo!

Então ele se aproximou de mim e falou:

“- Agora só falta você garoto! Não me dê trabalho. E não vá constranger a senhora ali com uma ereção.”

Quando ele falou isso, meu pênis ficou em riste, então a senhora falou:

“- Ah, isso é inevitável, como eu havia dito, eles parecem gostar. Mas será que eu poderia castrar esse?

O senhor de escravos então lhe entregou a faca e disse:

“- É todo seu!”

Ela então rapidamente prendeu meus testículos entre seus dedos e falou:

“- Vou cortar primeiro o esquerdo!”

E enterrou a faca no meu escroto, espirrando o testículo já partido ao meio, ela então puxou o cordão tão rápido, enrolando em seu dedo e cortou, colocando-o sobre minha barriga, depois pegou o outro e falou:

“- O último, vamos lá, tente não gritar!”

Ela então passou a faca bem devagar, mas apertando muito sobre o outro testículo, e começou a puxar o cordão bem devagar, e falou:

“- Quero que você sinta bem essa dor, porque não é a dor do bago sendo arrancado, é a dor de virar um eunuco, é a dor de saber que não vai mais se deitar com nenhuma mulher!”

Então ela finalmente cortou o testículo direito, pegou o outro que estava na minha barriga e entregou ao senhor de escravos, e pediu:

“- Guarde-os em um vidro, quero conservá-los no meu quarto!”

Assim o senhor me limpou, e fomos levados aos aposentos daquele casal, e passamos nossos dias de eunucos, servindo aquela bela senhora.



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