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A empregada doméstica decide castrar o filho da patroa.
Eu tinha doze anos quando tudo aconteceu. Minha mãe era uma viúva rica, que deixava empregadas ao meu deleite para suprir sua ausência. Um dia, eu estava só de cueca me masturbando no meu quarto quando a empregada, uma senhora negra e forte, de uns 40 anos, entrou sem avisar, e falou: - Não adianta esconder... eu vi tudo... seu nojento. É isso que tenho que limpar nas suas bermudas e cuecas... é isso que mancha sua cama... seu porco... vamos... mostre para mim sua piroca... tire a cueca! Como ela foi bem ameaçadora, eu tirei, mostrando meu pênis ainda em ereção. Meu pênis tinha cerca de 10 centimetros, não circuncidado, e ainda sem pelos. Ela então se aproximou, e pegou meus testículos com a palma da mão, como se pesasse-os, depois puxou o prepúcio para trás delicadamente, deslizando maliciosamente o dedo pela glande, e falou: - Você gosta não é seu moleque safado? Com um pintinho desse tamanhozinho e assanhado assim? E se sua mãe soubesse disso? Eu fiquei quieto, quando ela me puxou pelo braço e falou: - Eu vou dar um jeito em você agora mesmo... Seu moleque mimado. Ela me levou para a cozinha, me colocou deitado de barriga para baixo na mesa, os pés no chão, e separados, pegou uma corda e amarrou minhas mãos e prendeu na mesa, e meus pés prendeu separados nos pés da mesa, assim eu estava com a bunda para cima, e as pernas separadas, expondo minha bolsa escrotal. A empregada pegou uma faca e afiou no meu campo de visão e falou: - Vou arrancar seus ovos que vai parecer que você nasceu sem, e vai ser bem devagar, pra você sentir bastante dor... seu porco... aí esse seu fogo vai abaixar... Eu implorei para ela não fazer nada, em vão, ela sequer me ouvia. Ela então foi para trás de mim, onde eu não podia vê-la, e com o lado da faca, deu uma batida nos meus testículos, causando muita dor, e eu dei um grito. Ela falou: - Calma, isso não é nada... eu nem passei a faca no seu saco ainda... você vai miar igual a um gatinho quando eu enterrar o fio da faca nos seus bagos! E depois deu mais duas batidas, cada vez mais fortes, e sem avisar puxou meu saco escrotal e enfiou a faca no testículo direito, e puxou o cordão até arrebentar. Eu gritava de dor, e chorava muito. Ela então gritou: - Cala a boca nojento... senão vou cortar seu peruzinho também. Com mais medo, fiquei quieto, engolindo a dor. Ela então segurou meu testículo esquerdo e falou: - Vamos lá... só falta um ovinho agora. E passou a faca no testículo remanescente, e disse: - Opa, parti ele no meio... hhahahhahahahah, deve ter doido mais... E puxou o cordão até arrebentar. Depois ela limpou meu saco e me soltou e falou: - Olha só como seus ovinhos eram pequenos. Agora você vai ficar mais dócil, seu viadinho mimado. Vai parar com suas nojentices, e sua castração vai ser nosso segredinho. Ou você vai mostrar pra sua mamãe que não tem mais os baguinhos? Ela me deu banho, e levou os testículos para casa dela, e eu nunca revelei o que aconteceu. Meu pênis encolheu muito, e não ereções, pela idade em que fui castrado, meu saco escrotal murchou tanto que parece não existir, mas quando estico-o dá pra ver as duas cicatrizes da minha vergonha.
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