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Nota do Autor: O termo eunuco tem origem na Grécia Clássica [eunoukhous], significando guardião da cama em decorrência de uma das suas funções, proteger a esposa de seu senhor, evitando o adultério. Era legalmente implementada como punição para casos de estupro e adultério. No entanto, a castração também era praticada em algumas ilhas, que vendiam os eunucos para os persas. Finalmente, membros da nobreza empregavam a prática para tornarem servos domésticos (geralmente escravos adquiridos em conquistas militares) mais dóceis, confiáveis e sexualmente inofensivos, uma vez que estes eram usualmente empregados para a limpeza, preparação de alimentos e mesmo cuidar dos filhos dos seus proprietários. Um elemento de erotismo apreciado entre os gregos eram pênis pequenos, como de uma criança, bem como a ausência de pêlos, razão pela qual a depilação também era realizada nos escravos. Fui adquirido por Agropoulos, um nobre senhor de Atenas quando tinha 15 anos. Eu deveria realizar as atividades rotineiras na casa, limpá-la, preparar a comida, cuidar do jardim e acompanhar seu filho de 8 anos, o que não demandava muito esforços. Certo dia, soube que ele viajaria a negócios, onde ficaria por um mês. Foi então que ouvi ele conversando com seu irmão: A: Passarei um mês na ilha de Chias, por isso quero que olhe minha casa em minha ausência. Como sei que estará ocupado e não poderá ficar o tempo todo, providenciarei um eunuco, mas estou sem tempo para comprar um. Além do mais, tenho receios de colocar um que ainda não conheço aqui. I: Oras, e aquele seu escravo doméstico? A: Não, ele não é eunuco. I: E esse é o problema? É mais fácil e barato castrá-lo antes de sua viagem do que arrumar outro, estranho e já emasculado. A: Boa idéia... Providenciarei isto. Temi na hora. Não havia outro escravo doméstico, então só poderiam se referir a mim. Eles nunca haviam falado comigo sobre me castrar, mas sabia que era um direito do meu dono. Além do mais, todos os vizinhos tinham castrados seus escravos domésticos. Eu era a exceção, embora nunca houvesse percebido isto. Não dormi, preocupado com o que poderia acontecer no dia seguinte. Me confortava tentando imaginar que Agropoulos poderia mudar de idéia e simplesmente comprar um outro escravo, já previamente castrado. Mas o que eu temia aconteceu. No dia seguinte, uma mulher de meia idade veio até nossa casa. Recebi-a, por ordens de meu dono. Eles conversavam enquanto eu preparava água para servi-los. A: Como informei, tenho um escravo doméstico, mas ele não é castrado. Como irei viajar, gostaria, por segurança, que fizesse isso. M: Sim, são apenas 5 moedas de prata. Já trouxe meu material para fazer agora mesmo. A: Ótimo. Agropoulos me chamou e me apresentou para a mulher, como se falasse de algo natural e comum: Esta senhora veio castrá-lo. Tire suas roupas e vá para o quarto dos fundos. Me despi, caminhando lentamente com as roupas em um braço. Ela foi atrás de mim. Sentei na cadeira indicada, onde ela amarrou minhas pernas abertas e meus braços atrás do encosto da mesma. Enquanto preparava seus instrumentos ela falou: M: Olá, garotinho. Vejo que tem um pintinho bem pequeno... Ele é bonitinho não? Eu vou fazer isso e, depois da cirurgia, ele vai encolher mais ainda, e ficar bem encolhidinho, que nem de um menininho. Enquanto se aproximou com seus materiais, continuou: M: Não precisa se assustar, só vou cortar seus ovinhos. Ela então amarrou meu saco escrotal bem próximo ao pênis, de maneira bem apertada, o que causou uma forte dor. Rapidamente, pegou uma pequena faca e passou-a, circulando meu saco, cortando-o enquanto deixou apenas meus testículos pendurados. Ela anteviu meus gritos e colocou uma toalha em minha boca, sugerindo que eu mordesse. Me acalmando, falou que só faltam os baguinhos agora. E fez, cortando os dois testículos de uma só vez. Então passou uma pomada branca no ferimento e me soltando. Deste momento em diante, eu seria um eunuco, um guardião da esposa de meu senhor. Vigiei-a em sua ausência, mantendo minha nudez desde o dia de minha castração, como ela havia ordenado, sempre revelando a ausência de meus testículos para todos. Certo dia, durante o jantar, enquanto eu servia a comida, o filho de meus senhores perguntou por que eu não tinha o saquinho. Eles riram e explicaram que eu era um escravo e escravos não tem o saquinho. Naquela noite, Agropoulos foi aos meus aposentos. Agora eu era um eunuco e não haveria problema algum se ele mantivesse relações comigo. Meu corpo, depilado, meu pênis pequeno e encolhido, sem os testículos conferiam um elemento exótico e atraente. Mas ele não fez nada, apenas abaixou suas roupas, ostentando um enorme pênis e um grande par de testículos. Era como se me lembrasse de que ele tinha o seu par de ovos em oposição à minha condição, de eunuco.
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