MUTILADO POR MINHA SENHORA - PORTUGUÊS
By: EUGÉNIO SADOC

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Uma bela dominatrix, aborrecida com as ejaculações involuntárias de seu escravo, decide colocar ponto final a elas.


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-“Tens de arranjar maneira de impedir o teu escravozinho de molhar os lençóis quando se deita contigo, minha amiga” – dizia Sara, uma implacável dominatrix de cabelos castanhos e corpo escultural para Sónia, a minha Senhora. – “Afinal se como tu mesma dizes, o pretendes manter virgem para sempre só vejo um método eficaz para isso, o único capaz de lhe anular permanentemente seus instintos de macho, e desse modo torná-lo um escravo totalmente devoto e empenhado exclusivamente em te servir, como tanto pretendes. E digo-te uma coisa, minha querida. Olhando para os tristes e miseráveis pedaços de carne masculino que o teu machinho traz ao penduro no fundo da barriga, acho até que já o deverias ter feito há muito, pois estás farta de saber o que quanto a mim se deve fazer às bolinhas dos homens cujo mastro medir menos de 15 cms. Afinal de contas, aquilo nunca serviu nem servirá para satisfazer mulher alguma. Até me admiro como uns tomatinhos tão pouco desenvolvidos conseguem sujar-te os lençóis da cama.”

Minha Dona e Sara estavam sentadas num cadeirão e eu todo nu exibindo meu pénis flácido e mirrado pelos períodos de castidade forçada que Ela me impõe e o saco dos testículos do tamanho de duas bolinhas de pingue-pongue servia-as, como faço sempre que Sónia recebe visitas. Os comentários pouco abonatórios com que todas as visitas da casa zombam do meu diminuto material masculino já há muito que me deixaram de incomodar, tão habituado estou a eles.

- “ E é eficaz o procedimento que me recomendaste?” – quis saber minha Senhora – “ Quero dizer, se o fizer posso ficar certa que o tal bocadinho de carne masculina, nunca mais volta a ficar inflamado?”

- “Garantido” – asseverou Sara, com os belos olhos negros brilhando – “ Já o experimentei como sabes, em alguns escravos mais fogosos mas pouco abonados como o teu, e o calor desapareceu-lhes de vez. Se não te sentes capaz de o fazeres eu poso executar o procedimento com as minhas mãos. Terei até todo o prazer nisso”.

- “Obrigada, minha amiga” – respondeu-lhe minha senhora – “ Mas gostava de ser eu própria a fazê-lo. Tenho reflectido muito nas tuas palavras, e de facto parece-me ser esse o único remédio para domesticar totalmente este ejaculador incorrigível. Preciso é que me dês instruções de como o fazer, sem correr o risco de perdê-lo.”

-“ Bem, há muitos métodos. Pessoalmente quando sou eu a operar prefiro usar o canivete, abrir-lhes o saco com ele e ceifar as bolinhas rentes” – retorquiu-lhe a outra – “ É uma sensação delicioso ouvir os escravos gritar de dor, e implorar para lhes pouparmos as nozes, nem imaginas como fico húmida e com que vontade fodo a seguir com um escravo bem possante. E se o fizermos na frente de outro escravo com o qual pretendemos copular no final? Nem imaginas como a verga lhe fica dura, e como é um prazer servirmo-nos de um homem assim. Mas no teu caso, como não tens tanta experiência, julgo ser melhor ideia utilizar o burdizzo. Um apertão de aço e uma torção bem dados em cada uma das bolinhas, e adeus para sempre pingos de esperma nos lençóis, punhetas tocadas às escondidas no vaso da sanita, e cuecas meladas pelo tesão incontrolado. Faz, faz, isso minha amiga, e verás como o teu problema se resolve para sempre”.

Eu e Sónia vivemos juntos mas eu sou tudo menos seu amante, como todos os amigos Dela sabem. Eu sou o seu escravo, com obrigação de não só executar todas as tarefas domésticas, como de a servir sexualmente. No entanto como sou muito mal abonado, minha Dona nunca me deixou penetrá-la ou vê-la inteiramente nua. Meus serviços sexuais limitam-se aos cunninlinguis que lhe faço, muitas vezes com a vagina ainda melada do esperma do homem com quem acabou de foder na minha frente ou a deixar-me penetrá-la com vibradores. Habitualmente em tais sessões sou obrigado a permanecer com a pila amarrada ao redor da coxa de maneira a não a poder levantar, mas noutras ocasiões quando recebe alguém em casa ou quando dormimos juntos e lhe apetece brincar com o meu pénis mo faz dispensar. É quase sempre nessas alturas que a dormir sujo involuntariamente os lençóis, algo que a enfurece sempre já que me comprometi, numa prova de total submissão, a apenas ejacular tocando punheta, quando tiver sido para tal autorizado por Ela – coisa que muito raramente sucede. Ao ouvir as palavras de Sara percebi de imediato que ela estava sugerindo a minha Dona que me capasse, e aquela já não era a primeira conversa sobre o assunto. Embora tivesse aceitado colocar o prazer de minha dona acima do meu quando me ofereci para Seu escravo, e nunca ter feito sexo com ninguém por Ela mo ter proibido terminantemente dizendo querer conservar-me virgem para sempre – ordem que eu estava disposto a acatar – a ideia de ficar sem as minhas minúsculas bolas, assustou-me. Sempre que tivéssemos visitas, minha humilhação seria total. Mas no entanto a ideia de sem as bolas ainda lhe ser mais agradável e a servir melhor excitou-me tanto, que o meu pau se pôs de imediato em pé.

- “Vê como ele aceita a ideia ainda que esteja assustado com ela” – comentou Sara apontando com o dedo para meu pénis erecto – “ Todos os homens com um caralho tão pequeno como o do teu escravo, condenados a morrer virgens e em servir-nos a nós mulheres apenas com a língua, anseiam secretamente por perder as bolas pois elas só estimulam libido de um órgão que é incapaz de lhe dar resposta”.

A conversa ficou por ali. Meu pénis não baixou um segundo e para eu não andar por aí exibindo-o, e pior do que isso pingando esperma, minha Dona mandando-me dobrar o prepúcio para trás, atou-lhe um fio cuja outra extremidade amarrou em volta da minha coxa esquerda, de maneira a eu não o poder movimentar, nem ejacular. Aquele método de me negar o orgasmo sempre me dava muito tesão.

Apesar de a ideia da castração corresponder ao meu ideal de submissão total a minha Senhora, e de as minhas bolas nunca me terem servido de nada, todos os meus resquícios de macho repudiavam a hipótese de ficar sem elas. Mas por outro lado tê-las decepadas por Suas mãos, por essa ser a Sua vontade, e desse modo garantir-lhe a minha total entrega aos Seus desejos parecia-me o máximo que um escravo como eu lhe podia oferecer, pelo que secretamente ansiava que esse Momento chegasse o mais rapidamente possível. Contudo, e julgo que mais por uma questão de instinto natural do que por outra coisa qualquer, procurei portar-me o melhor possível na semana seguinte, esforçando-me por afastar de minha cabeça todos os pensamentos mais lúbricos que me fizessem ejacular involuntariamente de noite, e nem licença lhe pedi para me masturbar, muito embora sempre que revivia a conversa das duas, me sentisse tomado de um tesão incontrolável. Não tive sucesso, no entanto. Nessa semana minha Senhora todas as noites se deitou comigo nua por baixo dos lençóis, exigindo que eu depois de a lamber toda lhe esfregasse o caralho no ânus, na vagina e no peito até ela gozar e me voltar a amarrar a pila com um barbante em volta da minha coxa. Excitado como tudo aquilo me deixava, não aguentei e nessa semana ejaculei duas vezes de manhã, quando Sónia me desamarrou a cabeça do pénis, quase lhe acertando na cara.

- “ Assim não dá, escravo inútil!” – gritou-me – “ Não te dei permissão para gozares, como os homens. Estou a ver que vou ter mesmo de te transformar num bezerrinho, para te ensinar a ser obediente”.

A minha transformação ocorreu quase um mês depois. Meu pénis passou esse tempo enclausurado num minúsculo cinto de castidade que o não deixava erguer-se para me deixar com mais tesão, com uns orifícios na ponta por onde eu podia expelir a urina, e que só tirava uma vez para a minha higiene diária, feita sob supervisão de minha Dona. Nesse mês assisti a várias pernadas de Sónia com parceiros que Ela levava para a cama onde depois dormíamos os dois ainda quente com os corpos de ambos. Muitos minetes lhe fiz, sempre com o cinto negando-me a erecção. E também nesse mês os diálogos com Sara e com outras dominatrixes com fama de castrarem regularmente seus escravos domésticos, intensificaram-se sem eu estar presente.

Uma noite servi o jantar mas minha Dona não me permitiu comer. Chegada a hora da minha higiene nocturna, Sónia tirou-me o cinto de castidade e Ela própria me deu banho e me lavou o caralho e os tomates, coisas que raramente fazia. Sentindo o contacto de Suas mãos macias meu membro insuflou e começou crescendo. Carinhosamente minha Dona começou masturbando-o e uns fios de esperma vieram espreitar por entre a brechazinha da sua cabeça.

- “ È, meu querido mas incontinente escravo” – comentou – “ não tem jeito mesmo! Tens os tomatinhos pequenos e eles não conseguem reter o leitinho que produzem. É por isso que vives permanente com necessidade de te desaleitares, não é mesmo? Não vamos querer que isso continue a acontecer, pois não? Por isso vais-me deixar dar um jeito permanente a isso, ok”?

Disse-lhe que sim. Ok. Minha Senhora agradeceu.

- “ Sabia que a tua resposta seria essa” – assentiu – “ Também será bom para ti. E nestes teus últimos momentos como macho completo, serei eu quem te servirá a ti, para que estes sejam momentos totalmente únicos na nossa relação.”

Com o caralho cada vez mais empinado, minha Senhora acabou de me dar banho, muito ternamente, beijando cada ponto do meu corpo como nunca fizera. Depois com uma gilete depilou meus tomates, até os deixar bem lisinhos de pelo, cobrindo-os com um creme hidratante. Minha Dona nunca me servira, pelo que para mim, ser lavado e depilado por Suas mãos antes do procedimento da castração ainda teve um significado maior.

- “ Vamos! “ – ordenou, conduzindo-me pela trela todo nu até à sala – “ De quatro. Vou torcer-te as nozes, até tas deixar soltas no saco. Ao fim de uns dias estarão mortas, e já não produzirás mais o leite de macho com que me conspurcas o corpo e os lençóis.”

Eu nunca vira castrar um macho, e nem imaginava que Ela me fosse deixar o saco. Assim sendo perguntei:

- “ Não me ides cortar também o escroto, Senhora?”

- “ Ainda não, meu verme ejaculador “ – condescendeu a responder-me – “ Isso ficará para a próxima semana, quando o tiveres roxo e a ameaçar gangrenar. Nessa altura bastará passar-te a faca para to extrair sem sangramento. Para já vou apenas matar-te os ovinhos, estrangulando-lhes os canais que os seguram e os alimentam.”

- “ E como fareis isso, minha linda Senhora? – perguntei doido de tesão e o caralho esfomeado por tocar uma punheta, aquela que nem por ser a última me chegou a ser concedida. – “ Julguei que me iríeis decepar os tomates com o saco e tudo”.

- “ Não penses que por tratares com todo esse mel, eu serei menos implacável e cruel quando te estrangular os tomatinhos “ – advertiu-me Sónia -“ E aviso-te já que demorarei muito mais tempo a concluir a operação se achar que os teus gritos de dor não me convencem o suficiente de que são sinceros. Por isso mesmo é que não te aplicarei qualquer anestesia, quero que sintas o máximo de dor e assim te fique sempre marcado quanto te custou a transformação que te vou fazer. Quanto ao modo como te farei isso, logo verás.”

- “Mas, minha Senhora” – observei-lhe – “ nunca mais passarei por experiência idêntica. Por favor, deixai-me ver-vos arruinando meus testículos.”

- “ Seja!” – concordou – “ De facto é bom que assistas a toda a tua metamorfose. O teu pedido agrada-me já que é bem a prova que estás apto e totalmente receptivo à perca da tua masculinidade. De quatro e com as pernas bem abertas”.

Assim me coloquei. No chão existem quatro argolas onde colocar os tornozelos e os pulsos e onde minha Dona me costuma amarrar muitas vezes, para me chicotear ou me enrabar com um vibrador, pois que Sónia gosta muito de praticar strapon em mim. Desta vez não foi excepção e eu fui solidamente amarrado nas argolas, com o argumento que não sendo utilizada qualquer anestesia era conveniente imobilizar-me com todo o rigor. No intervalo das minhas pernas, mesmo por baixo do meu escroto pendente, minha Dona teve a graça de colocar um espelho rectangular, suficientemente comprido para que eu, baixando a cabeça, pudesse assistir a tudo. Ela, a minha castratrix iniciante, puxando então um pequeno banco que colocou por trás de mim, dando-me a demonstrar pretender capar-me sentada, pormenor que achei ainda mais delicioso, deu-me então duas palmadas no rabo.

- “Estás confortável, meu próximo bezerrinho?”

Não sei se a pergunta foi meramente irónica, Ela nunca me perguntara se me sentia confortável de cada vez que me castigava, mas aquilo não era um castigo, era a MINHA CASTRAÇÃO, a minha transformação num ser superior, existindo apenas para servir a MINHA MULHER, e respondi-lhe que sim, o caralho ainda totalmente em riste, mas o coração batendo acelerado de medo e adrenalina. Ela, a Implacável, passando agora de novo em frente a mim, abriu uma gaveta e exibiu um burdizzo.

- “Sabes o que é isto?” – perguntou-me.

- “ Um burdizzo “ – respondi-lhe. Nunca vira um ao vivo, mas desde a conversa com Sara que pesquisara na Net e vira várias imagens daquele instrumento.

- “ E sabes para o que serve, ó testículos raquíticos?” – voltou Sónia a inquirir, mas desta vez não esperou resposta – “ Pois eu explico-te. Serve para castrar machos. Ou melhor, para castrar machinhos como tu, que nasceram com pénis e testículos, mas tão mal formados que são incapazes de os usar no coito, e por isso não se podem considerar verdadeiros machos. Se fosses um macho autêntico, capaz de cobrir convenientemente uma mulher nunca eu pensaria em transformar-te num capão, antes te usaria na cama como uso todos os meus amantes de quem estás farto de lamber a esporra no final de eu fazer sexo com eles. De certeza que concordas comigo, que uma amostra de homem como tu, apenas capaz de satisfazer uma mulher lambendo-lhe a rata, que nunca meteu, nem nunca meterá o pénis miudinho dentro da vagina de nenhuma mulher, não precisa para nada do parzinho de colhões com que nasceu. E assim sendo o melhor que uma Dama como eu deve fazer, é cortá-los fora como coisa imprestável que são, não concordas?”

Disse-lhe novamente que sim, ainda que já no meu íntimo algo duvidando que isso fosse verdade. Mas o desejo de ter os bagos estrangulados por Ela, a Mulher que mais amo na vida por a sentir muito superior a mim, suplantando todas as dúvidas e medos.

- “Ainda bem” – assentiu – “ E nada receies. Sara explicou-me como fazer e ela é perito em capar veadinhos como tu. Apesar de querer que a operação seja suficientemente dolorosa para te ficar para sempre na mente, não pretendo fazer-te correr riscos desnecessários, com infecções ou outros males que possam advir dela. Assim sendo, vou começar por te desinfectar o saquinho das tuas fracas jóias.”

Sentando-se no banco por trás de mim, com a cabeça à altura das minhas nádegas, as pernas destapadas pela mini-saia enfiadas numas botas de couro negras, de cano e tacões altos reflectidas no espelho colocado entre as minhas pernas entesando-me ainda mais, minha cruel Dona e Senhora puxando-me os tomates para trás com uma mão e apertando-os bem, desinfectou-me cuidadosamente o saco escrotal com um pedaço de algodão embebido em álcool. A pele dos meus colhões recentemente depilada com lâmina estava bastante sensível e o contacto com o álcool fez-me gemer. Sónia riu-se e ainda espalhou mais álcool.

- “ És mesmo um machinho imprestável. Gemes como uma criancinha e ainda nem sentiste o aço das mandíbulas do burdizzo mordendo-te as bolinhas, cada uma na sua vez. Aí sim, terás razões para gemeres a sério.”

Desinfectado o saco, e sempre sem o desapertar da mão com que o segurava, a esquerda, minha Senhora voltou a empunhar o burdizzo com a direita, e aproximando-o da minha orelha pôs-se a abri-lo e a fechar.

- “ Ouves o som que fazem as mandíbulas do burdizzo, quando se fecham, meu quase capado”? – perguntou-me – “ Pois será este o som que elas irão fazer quando as fechar impiedosamente sobre os teus tomates, antes de o torcer uma meia dúzia de vezes e fazer de ti um eunuco.”

O suor escorria agora por minha testa abaixo. Queria que tudo aquilo não passasse de uma fantasia, que Ela me desamarrasse e me dissesse que o que estávamos vivendo não era mais do que uma mera encenação, que de facto minhas bolas não estavam em perigo de serem liquidadas, e que após me desamarrar Sónia me deixasse tocar uma punheta como há tanto tempo me negava. Mas ao mesmo tempo eu sabia que se fizesse isso nada mais teria sentido entre nós.

- “Estrangulai-me os colhões, depressa, Senhora” – supliquei – “ Por favor Senhora, capai-me depressa. Da forma como quiserdes, mas POR FAVOR, CAPAI-ME SENHORA”.

- “Ès um perfeito submisso, como todos os homens mal abonados, e sem jeito para a cópula” – observou, com prazer – “ Darás um perfeito capado, como desde sempre pressenti. Agora és tudo que me pedes insistentemente para te aliviar das bolinhas e acabar para sempre com as tuas ridículas exibições de tesão na cama. Está descansado, que te farei a vontade e te caparei sim. Mas nada de pressas. Como tu mesmo dizes, não passarás por outra experiência igual, para que nos apressemos a dar esta por concluída.”

Tinha razão. Mais uma vez eu estava dividido entre o querer e o não querer, queria ver a minha castração terminada para parar de suar e de ter medo, mas também queria que ela demorasse uma eternidade para eu poder desfrutar aquela erecção deliciosa que estava sentindo e que nunca sentira antes.

Nesse momento senti um puxão mais violento no meu saco, percebi que minha Senhora o esticava mais como se o quisesse arrancar com as mãos. Mais esperma começou correndo da cabeça do meu caralho, eu não tivera nenhum orgasmo mas era bom, muito bom, tão bom ou melhor ainda do que quando me punheteava na sanita depois de meses de castidade e de minetes feitos a Ela, a Mulher amada que se dispunha a capar-me como um porco, e fascinadíssimo baixei a cabeça para poder ver tudo através do espelho deitado no chão.

- “ Isso, cão” – disse-me Sónia – liberta agora o leitinho todo que ainda trazes nos tomates, que logo, logo, vais tê-los tão secos que só mijo sairá pelo buraco da tua pila”.

Na mão direita, Sónia abria e fechava o burdizzo com violência. Claque-claque-claque.

- “ Um homem como tu não merece os tomate com que nasceu” – repetia Ela, apertando e desapertando meu escroto com a mão esquerda – “ Um sujeito como tu só nasce com tomates porque esse foi um erro da Natureza. E o que vou fazer hoje aqui contigo, é apenas corrigir esse erro da Natureza, não te parece”?

Sim, sim, respondia-lhe. Ela então, com um carinho todo maternal, agarrou no meu testículo esquerdo e enfiou-o na tenaz daquele utensílio de castração. Naquele momento já não transpirava nem sentia o coração bater mais acelerado como momentos atrás. Naquele momento eu só sentia tesão, muito tesão e a sensação intensa de lhe pertencer toda a Ela.

- “ O testículo mais pequenino já está na posição conveniente” – observou Sónia -. “Agora só falta apertar. Mas vou fazê-lo com calma, com muita calma, para que este momento seja o mais prolongado possível”.

Senti os dentes acerados do burdizzo morderem-me a pele que cobria meu tomate esquerdo.

- “Estás pronto, meu futuro capão?” – perguntou. Disse-lhe com a cabeça que sim - “ Vou contar até três. Quando disser três, adeus colhõezinho pequenino que não te serve para nada.”

A pressão das tenazes do burdizzo mordendo-me o testículo esticado doía-me bastante. Um, ouvi Sónia começando a contar muito lentamente. Talvez não fosse boa ideia a castração pensei mas não me atrevi a dizer nada. Dois, continuava ela a contagem. Como uma turquês eu sentia o aço do burdizzo penetrando-me na pele, três, e foi nesse momento que ouvi o claque-claque do metal fechando-se todo em volta do meu colhão, esmagando-me os canais que o mantinham seguro dentro do saco. Senti uma dor atroz e o grito que deixei escapar foi coerente com a intensidade da minha dor. Foda-se, caralho, exclamei com um grande grito enquanto minha Senhora, com muita crueldade me torcia o testículo para ambos os lados de maneira a que os canais ficassem bem esmagados.

“ O primeiro já se foi” – exclamou com júbilo continuando a girar o burdizzo em todo os sentidos, indiferente à minha dor lancinante – “ Agora já és meio capão. Este já não me suja mais a cama, nem o meu corpo. E o segundo vai pelo mesmo caminho, não tarda nada.”

Só parou de torcer quando senti o testículo cair decepado dentro do saco. Foi nesse momento que tive consciência do estado a que minha Senhora me reduzira. Eu era agora um meio capado, um homenzinho só com um colhão vivo dentro do saco e dentro de poucos minutos nem esse colhão me seria poupado. As lágrimas vieram-me aos olhos.

- “ Não chores, meu bezerrinho meio capado” – disse Sónia, rindo-se ainda mais - “ As tuas bolinhas não merecem que chores por elas”.

Pousando o instrumento de capar, com Suas mãos apartou agora o testículo direito, puxando-o pela costura do saco e abrindo o burdizzo apertou-o dentro dele. Voltei a gritar.

- “Pareces uma mulherzinha sempre a choramingar” – mofou – “ Por mim não me importo. Gosto de te ouvir chorar. Mas não será isso que me impedirá de acabar o que comecei”.

Com as duas mãos no cabo do instrumento, Sónia ia pressionando as tenazes muito lentamente de maneira a que os dentes se cravassem na pele do meu escroto. A castração parecia não ter fim, o que embora mais doloroso para mim, era muito aprazível para nós dois pois o meu caralho não baixava um milímetro, eu nunca o vira insuflado durante tanto tempo.

- “Apesar deste ser o teu maior colhão, não mede nem metade do tamanho de um colhão normal de homem” – fazia-me Ela notar – “ De facto foi mesmo um erro da Natureza teres nascido com um par de testículos e um pauzinho ao penduro”.

Minha bola estava agora contida toda dentro da concavidade do bucal do burdizzo.

- “Teu colhãozinho está prontinho para ir fazer companhia ao irmão que acabei de estrangular” – exultou “ E tu, meu escravozinho, também deves estar cheio de vontade de ficar sem ele, atendendo às dimensões do teu caralho. Razão tinha a Sara quando me garantiu que todos os homens quando estão sendo capados ficam com um tesão danado. Vamos. Já sabes o que te espera. Vou começar a contagem. U-m. D-ois. T-rês.”.

Desta vez fechei os olhos quase ao mesmo tempo que ouvi o claque-claque, anunciando o esmagamento dos cordões que sustinham o meu último testículo. Ter visto um sendo esmagado bastava-me. Aiiii!

- “ Diz adeus ao teu último colhão, escravo”.

Ela começou torcendo como fizera com a minha primeira bolinha, e quando o começou fazendo abri os olhos, acompanhando tudo novamente através do espelho. E com que prazer o fazia, como bem lhe via no rosto. Mas aquelas torções eram dolorosas, meu testículo como um rato na boca de um gato, girava em todos os sentidos, era puxado e repuxado para dentro e para fora obrigando-me a pular e berrar de dor. Talvez por ser o segundo e último testículo que me ia arrancar, minha Senhora torceu-o violentamente durante muito mais tempo do que usara com o primeiro, e com muito mais crueldade.

- “Isso, grita e geme, minha florzinha de estufa, que os teus gritos sendo capado, são música para mim” – invectiva-me Ela, sádica, terrível e bela, belíssima, com um brilho louco no olhar que a tornava ainda mais bela – “grita e geme pela virgindade perpétua a que te condeno! Grita e geme que ainda me deixas mais quente e com uma vontade enorme que me lambas a fenda”.

Já há muito que os dentes do burdizzo e as torções ferozes me tinham esmagado as veias que abasteciam meu testículo e há muito já que eu sentira-o caindo dentro do saco, tal como sucedera com o outro, mas Ela continuava torcendo, torcendo sempre apenas para me ouvir gritar de dor.

- “Por favor, Senhora, “ – implorei – “ parai por favor, que não aguento mais. Meu colhãozinho se foi, Senhora, não há necessidade que continueis apertando”.

Ela então, vitoriosa, condescendeu aos meus pedidos e pousou o burdizzo. Que alívio! Suas mãos voltaram a puxar meu saco, e com cuidado examinou-o.

- “És agora o meu eunuco” – anunciou “ Não só de espírito mas também de corpo. De hoje em diante servir-me-ás como um capado que passaste a ser, de acordo?”

De acordo, aliás que mais poderia eu fazer?

- “E o meu saco, Senhora, conservarei meu saquinho? “

- “ Só mais uns dias” – respondeu-me – “ Agora que os teus tomates estão mortos, não faria qualquer sentido conservares o saco onde eles viveram. Com os vasos sanguíneos dos testículos esmagados, o teu escroto apodrecerá em poucos dias e nessa altura será facílimo cortá-lo.

A promessa que dentro de poucos dias voltaria a estar naquele local recebendo de Suas mãos a extracção do meu escroto fez o meu caralho empinar-se todo para cima. Pelos vistos não me ia passar o tesão enquanto Ela não me deixasse ejacular. E Sónia estava mesmo a pensar nisso.

“Continuas com ela toda empinada” – observou minha Dona –“ e isso faz-me lembrar que temos ainda de resolver o problema da tua pila. A Sara disse-me ser normal um homem conservar a erecção logo após ter sido capado, parece que é uma espécie de canto do cisne. Aconselhou-me por isso que te deixasse masturbar pela última vez que depois disso nunca mais terias vontade para o fazer. Mas eu andei pesquisando umas coisas e descobri que há casos de homens que mesmo tendo os testículos extirpados conseguem pôr o caralho em pé. Não deve ser esse o teu caso já que o tens tão pequenino, e só não és virgem de todo graças às punhetas que tocas e não por causa das mulheres que comeste, mas em todo o caso é melhor não corrermos nenhum risco, não achas? Se bem te lembras decidi capar-te, não apenas por me sujares os lençóis com o teu líquido, mas também porque me desagradava bastante sentir a tua coisinha entesada quando me encosto a ti na cama. Nem por sombras quero vê-la mais alguma vez toda armada como a dos homens garanhões, percebeste bem, inútil? E como comecei hoje por tratar dos teus tomatinhos da forma que eles mereciam, vou agora assegurar-me igualmente que daqui para a frente a tua pila vai ficar perfeitamente inofensiva e calma”.

Sempre sentada no banco puxou-me o pénis duro para trás, por entre as coxas. Percebi o que me ia fazer e gritei desesperado.

- “ Não, Senhora, meu caralho não, prometo fazer-vos tudo que mandardes, mas poupai-me o caralho”

- “E para que o havias de querer, bastardo?” – perguntou-me – “ Para conservares a esperança de o voltares a erguer na minha presença, ou na presença de outra mulher, não? Não te corto esta coisa fora mas vou tratar de ta inutilizar para sempre. Quero um capado completo, e não apenas um capado das bolas”.

- “Não, Senhora, por favor não!”

- “Cala-te, capão, ou mudo de ideias e esmago-te a pila com o burdizzo” – ameaçou. Eu parei então de suplicar mas fiquei chorando como uma criança, enquanto Ela apelidando-me de mariquinhas que já por diversas vezes demonstrara não ser digno de ter as bolas no saco, mesmo que pequenas e mirradinhas como aquelas com que tinha nascido, nem de andar de pau feito como os homens quando vão às mulheres, puxava meu pénis todo para trás, passando-o por cima do saco e dos meus tomatinhos decepados, procurando encostar-lhe a cabeça o mais que podia ao meu olho do cu, coisa difícil devido ao seu extremo estado de dureza e à sua curta dimensão, e confesso que aqueles seus comentários ainda me deixavam mais duro. Tenho a certeza de que o facto de saber que estava gozando minha derradeira erecção ainda contribuía para me deixar mais excitado.

- “Ah maldita pila minúscula, que nem tamanho tens suficiente para ires ao cu ao teu dono” – vociferava Sónia – “ Mas nem que tenha de ta arrancar fora à força de tanto ta puxar hás-de cuspir a tua última esporradela no olho do cu do teu dono”.

De facto conseguiu que a cabeça do meu caralho ficasse mesmo apontada para a entrada do meu cuzinho mas teve de o esticar todo. Mesmo assim a distância ainda era de uns 5 ou 6 centímetros, sensivelmente o mesmo que mede meu pénis murcho.

-“ Meu querido capãozinho” – disse-me Sónia, mudando agora o tom de voz – “ coragem, só falta mais um pouquinho para tornar o teu membrozinho ridículo coxo para sempre. Já sabes, quando eu disser três, adeus para sempre erecção, adeus esporradelas na tampa da sanita e qualquer veleidade de um dia vires a perder a virgindade, metendo numa mulher. Conta comigo em voz alta, meu capadinho, se não queres que no final asseste o chicote nas tuas costas. Um, dois, três…

E eu contei em uníssono para evitar o chicote. Desta vez não foi o claque-claque dos dentes do burdizzo, fechando-se tenazmente na minha pele que ouvi. Desta vez não ouvi nada, apenas o toque das Suas mãos envolvendo-me a meio do pénis, a pressão das Suas palmas fechando-se sobre ele e dobrando-o todo para cima em direcção ao meu olho do cu, apesar das dores que isso me originava. Um, dois, três, Ela voltou a contar, e de repente ouvi um estalido, um, dois, três, estalidos até os nervos do meu pénis quebrarem, e me obrigarem a soltar o grito mais excruciante que nessa noite deixei escapar. E nessa altura quando Sónia quebrou meu pénis, todo o sémen acumulado nele se soltou, atingindo-me o rego do cu e as nádegas.

- “Isso, esporra-te para o teu cu já que tanto apreciavas sujar-me as coxas com o teu sémen” – comentou – “ Tudo perfeito numa noite perfeita. As bolinhas mortas, e o pilau quebrado e coxo para sempre, e a tua última erecção. Não podia ter corrido melhor a noite”.

Ela libertou as mãos e o meu pénis tombou flácido para baixo. Pela imagem que o espelho me devolveu dele eu podia ver que de facto coxo era um adjectivo adequado para descrever seu estado. Em vez de um caralho flácido de cinco centímetros, eu agora parecia ter dois de dois centímetros e meio cada um, já que a meio, onde Sónia o quebrara, ele fazia um arco adunco como o bico de um papagaio, e que eu adivinhava nunca mais na vida iria conseguir endireitar. Ia ser para mim difícil mijar de pé, pois a metade de baixo onde eu tinha a cabeça da piça, ficara virada para trás, na direcção do meu entre-pernas, o que faria o mijo ser expelido para a retaguarda, e me dificultaria acertar no buraco da sanita. Teria de urinar sentado como as mulheres, pensei, pelo menos enquanto não me habituasse a manusear a pila com as mãos. Apesar das dores senti-me orgulhoso de tudo o que passara, e até o ter de passar a mijar sentado me pareceu mais digno de um eunuco. Querida Senhora!

Excitada como a minha castração a deixara antes de me desamarrar, Sónia dizendo querer experimentar de imediato todas as potencialidades sexuais de um homem recém-despojado dos tomates e com o pilau quebrado ao meio, enrabou-me com um vibrador de cinta, o que foi uma experiência nova para mim, pois nunca tinha sido por ela sodomizado sem que o meu pau não se levantasse o que não sucedeu desta vez. Depois de me ter desamarrado voltou a violar-me na posição de frango assado enquanto eu lhe lambia e mamava nos mamilos como minha Senhora tanto gosta. Finalmente sentada sobre o meu rosto vendado com a sua calcinha exigiu-me um minete na sua cona depilada e húmida, tão húmida como eu nunca lha sentira. Um, dois, três orgasmos, contei eu as vezes que minha Senhora se veio. Quando terminamos a noite ia alta.

- “Bravo, meu capadinho jovem “ – elogiou – “ de facto com uma língua e um cuzinho como os teus não precisas para nada dos tomatinhos, nem do pilau. Sem os teus penduricalhos pedindo para serem satisfeitos proporcionaste-me os melhores minetes que já alguma vez alcancei. Foi tão bom que fiquei com vontade de capar mais machinhos como tu, pois receio que apenas dessa forma poderei voltar a gozar tanto um minete como hoje”.

Uma semana mais tarde meu escroto apodrecera por completo já e minha Senhora cortou-mo com uma navalha na presença de Sara. Foi esta quem sugeriu que uma vez que minha Dona não teria mais necessidade de me amarrar o prepúcio para me atar a pila nas pernas como fazia antes para impedir meu tesão, e uma vez que estava com a faca nas mãos, o melhor a fazer seria cortá-lo igualmente, o que foi feito de imediato pois Sónia achou muito boa ideia. Esticando-me o prepúcio e prendendo-o com alfinetes num tampo de madeira, com a mesma navalha com que me extraíra o saco, meu prepúcio foi cortado. Minha transformação estava completa.



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