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Eu tinha 18 anos quando fui morar com Halley, um distinto e renomado médico da cidade. Eu deveria cuidar da casa. Havia sido adquirido para isso e apenas isso.
No entanto, em uma tarde em que ele voltara antes do trabalho, me chamou para seu quarto. - Sales, tire sua roupa. E não finja que não entendeu minha ordem. Obedeci, embora tenha mantido a cueca. Enquanto isso, ele se despiu, revelando um corpo musculoso e definido. O porte atlético era reforçado pelos aparentes músculos abdominais e a ausência de pêlos. Ele não teve o mesmo pudor que eu e arrancou sua cueca, apresentando um grande pênis, já ereto, e um par de testículos que me causaram inveja. Ele então olhou, notando que eu ainda estava vestido e falou: Com vergonha? Não precisa! Sabe da minha profissão, já vi muitos! Obedeci, mostrando um pênis pequeno e encolhido pela circunstância. Ele se aproximou e tocou meus testículos, os examinando por entre seu indicador e polegar. - Você tem um pênis pequeninho, não é mesmo? Mas não tem problema, você não vai usá-lo. Eu vou usar sua boca e sua bunda! Ele falou e me ajoelhou, deixando minha cabeça a altura de seu membro, introduzindo-o em minha boca. A sensação não me agradou. Eu não me sentia atraído por homens. Mas ele era meu dono. Eu era seu escravo. Logo ele retirou seu pênis, besuntando-o com lubrificante e mandou-me ficar de quatro. - Vamos arrombar esse cuzinho agora. Tente não resistir ou vai doer mais. Eu tentei, mas o instinto fez com que eu tentasse escapar e me retraísse. Ele forçou. Mal pude me conter de tanta dor. Era como se não estivesse ali, e ele logo gozou. - Você tem uma bundinha deliciosa. Agora preste atenção, a partir de hoje, você está proibido de se masturbar. Sei que não tem e nem terá relações com outras pessoas, uma vez que raramente sai, mas isso também está proibido. Você deve pedir permissão para eu toda vez que desejar ter uma ereção, ejacular ou ter um orgasmo. Do contrário, isto está proibido e a punição por desobediência será severa. Agora volte ao seu trabalho. Depois deste dia, todos os dias ele passou a manter relações comigo. Muitas vezes, durante a manhã, antes de ir ao trabalho, fazia com que eu chupasse seu pênis, gozando em minha boca. Toda vez me obrigava a engolir seu esperma e lamber seu pênis até que estivesse completamente limpo, o que era humilhante, mas não pior do que ter que suportar seu enorme pênis em meu ânus. Certo dia, enquanto chupava ele, tive uma ereção. Ele percebeu, mandando que eu parasse. Então pegou meu pênis: - Olha, alguém está com um pintinho duro... E começou a me masturbar. Isso me deixou profundamente desconfortado, mas não consegui me conter e a sensação era prazerosa. Quando não me agüentava mais, ejaculei, melando o chão. Sua reação foi explosiva: - Seu, viadinho! Você me melou todo! Você sujou o chão! Primeiro fique de quatro e lamba essa sujeira toda! Quando terminei, ele continuou, em tom ríspido: O que eu te falei? Eu tinha avisado que ejaculações e orgasmos deveriam ser precedidos por autorização! Nem isso você sabe obedecer? Mas você vai ser punido. Fique de quatro na cama. Neste dia ele me comeu com toda força, me machucando profundamente. Esta era sua intenção, como ele falou depois: Agora seu cuzinho está definitivamente arrombado! Isto é para aprender! Outras vezes, ele mandou que eu me masturbasse enquanto ele olhava. Nestas vezes, ele começou a filmar e fotografar as sessões, incluindo ele me obrigando a lamber meu próprio esperma no chão, o que me fazia me odiar por ter gozado. Em um domingo ele me levou para seu consultório. Chegando lá, encontramos uma mulher, loira, alta, muito bonita. Com o consultório vazio e sem trocarmos uma palavra, fomos a sua sala. Ele mandou que eu me despisse. A mulher apenas observou. Depois eles começaram a se beijar e se despiram. O corpo dela era tão escultural quanto o dele, bem definido, sem nenhuma marca de gordura, com músculos salientes mas ainda assim femininos. Os seios eram grandes e perfeitos, seu púbis completamente depilado. Ele virou-a de costas e começou a penetrá-la contra a parede. Eles gemiam alto e logo ela gozou. Ele falou como que pedindo: Posso gozar? Foi a única vez que o vi pedir algo a alguém. A única vez que se encontrava em posição não de comando. Ela retirou o pênis dele de seu corpo, virou-se e começou a masturbá-lo: Sim, mas eu vou decidir quando você gozará. Eu irei decidir. Ele parecia implorar agora, desesperado, quando ela, propositalmente diminuía o ritmo, como que a torturá-lo. Ele se curvou, desesperando-se. Ela então, percebendo que ele não mais suportava, falou: Agora, meu homem. Goza. Goza! Ele o fez, acalmando-se. Os dois então olharam para mim, que agora ostentava uma ereção e me masturbava. Quem não teria uma nestas condições? Percebendo, automaticamente tirei as mãos de meu pênis. A mulher se aproximou, tocando meu pênis: Olha olha olha, o que podemos fazer por este nosso amiguinho? Então Halley se aproximou e visivelmente incomodado, perguntou: De novo? Uma ereção sem autorização? Nós temos regras para isso. Deite-se na mesa. Ele foi e lavou as mãos, pegando um par de luvas cirúrgicas. Atou minhas mãos na maca que eu deitara e colocou minhas pernas nos espaçadores, amarrando-as também. Com uma liga de plástico, amarrou minha bolsa escrotal. A mulher olhava aquilo curiosa e perguntou: O que você vai fazer? - Eu vou dar uma lição nele. É a segunda vez que me desobedece. Ele é incontrolável. Eu não preciso de um escravo que não tenha controle. Esta é a única forma de controlá-lo e impor obediência. Psicologicamente, ele vai aprender quem manda e, fisicamente, irá se tornar mais obediente. A mulher sorriu: Adoro homens que mandam! Mas eu quero ver isso. Eu comecei a implorar: Não, por favor, senhor. Eu não fazer de novo, eu vou obedecer. Ele colocou uma mordaça para que eu me calasse. Passou um algodão com álcool em toda a minha região pubiana, principalmente no saco e pegou um bisturi. Nesta hora eu já estava desesperado. - Vamos cortar estas coisas! A mulher se aproximou ainda mais, para observar o que ele fazia. Ele abriu com um corte horizontal meu saco, por trás, próximo ao ânus, e retirou meus testículos, cortando um após o outro. Colocou-os em uma pequena bandeja e fez questão de mostrar a ela, depois, levou para eu ver: Vê? São suas bolas! Agora você poderá tê-las em um vidrinho! Ele voltou ao meus órgãos e retirou minha bolsa escrotal praticamente por completo, deixando apenas pele suficiente para costurar as bordas da região. A mulher ficou olhando e falou: Uau, você é bom mesmo! Ficou ótimo, nem parece que ele tinha saco! Então colocou a mão em minha barriga e continuou: Não se preocupe, ficou muito melhor agora! Esteticamente essas coisas não te ajudavam! Eu adorei seu visual, mais limpo... Enquanto isso, Halley colocou meus testículos em um vidro com conservantes e falou: Uma obra de arte para a sala de nossa casa! A mulher interrompeu-o: Querido, estou excitadíssima... Não sei se foi a cirurgia ou ver ele assim, dominado... Então ela agarrou o pênis dele, masturbando-o... Logo eles faziam sexo novamente, de forma ainda mais selvagem e brutal. Nós três fomos para a casa depois. Eu fui nu, calado, ainda tentando entender o que havia acontecido. Ao chegarmos, Halley me deu alguns comprimidos, explicando serem para impedir uma inflamação, infecção e dores. Naquela noite eu não dormi. Do meu quarto ouvia os dois fazendo sexo. Pela manhã ele inspecionou a cirurgia. Quando ele saiu para o trabalho, a mulher veio, dizendo seguir instruções dele e passou um algodão com um produto para limpar a ferida. Ter meu órgão examinado por uma mulher era ainda mais constrangedor. Depois ela usou um pouco de água oxigenada, mas passou a mexer em meu pênis: Não fique triste, guri. Ele ainda deixou seu brinquedinho. Os ovinhos não são tão importantes. Aliás, os seus eram tão pequeninhos que só faziam atrapalhar. As suas palavras me envergonhavam... Por quê ela simplesmente não fazia tudo e ficava quieta? Ainda tinha que me humilhar? Mas ela me tratou por todos os 15 dias seqüentes, até que eu estivesse completamente cicatrizado. Um mês depois de minha castração, Halley voltou a fazer sexo comigo, sempre com Chris, a mulher, assistindo. Ele sempre asseverou que eu deveria também obedecê-las, mas que meu ânus era apenas dele e que ninguém mais poderia tocá-lo. Desde a castração, eu nunca mais tivera ereções na frente deles, apenas escondidas, em meu quarto. Elas não eram mais freqüentes, e eu até, com alguma dificuldade, conseguia me masturbar, mas não tendo orgasmos intensos como antes. Ela passou a ser presença constante em nossa casa e certas feitas os dois chegaram com outro rapaz, também jovem, mas certamente mais velho que eu. Ele, assim que entrou, perguntou: então este é o rapazinho sem as bolas? A situação me constrangeu. Então ele comentava de minha situação com outros? Halley respondeu: Sim, sem as bolas e sem o saco... Os três, notavelmente embriagados, se aproximaram e o rapaz tirou minha roupa, examinando meu pênis, ou, precisamente, a ausência de testículos. Ele abriu sua calça, colocando seu pênis ereto para fora e perguntou para Halley: Posso? - Se você quiser, mas não toque na bunda dele. Essa é nossa regra, o cuzinho dele é meu. Eu fui obrigado a fazer sexo oral no rapaz enquanto Halley e Chris nos olhavam. O rapaz passou a ter freqüência permanente na casa. Um dia ele propôs: rapazinho, posso comer seu cú? Eu neguei, mas ele forçou uma situação, ameaçando delatar que havia visto eu me masturbando. Sem saber se era verdade, cedi. Quando ele estava perto de gozar, Halley chegou e percebendo o que havia o empurrou, chingando-nos: seus viados safados! Não acredito que não podem se comportar por um minuto? Falando para o rapaz, enquanto o socava, gritava: Seu merda, não posso confiar em você? Nunca mais vai voltar aqui! Ele então amarrou-nos com uma corda, telefonou para Chris, que logo chegou. Nós quatro fomos então para seu consultório. Lá ele deitou o rapaz na maca, amarrando-o como havia me amarrado e colocando a mordaça: Seu imbecil, vai aprender a obedecer uma lição! Eu havia dito para nunca tocar no cúzinho dele... O rapaz, visivelmente agitado, tentava se rebelar. Halley mandou que Chris filmasse tudo. Ele então esterilizou os órgãos genitais do rapaz. Com o bisturi, abriu sua bolsa escrotal. Chris aproximou-se para filmar. Halley cortou os dois testículos rapidamente, o rapaz se agitou ainda mais, emitindo gemidos de dor e pavor. Halley falou: Mas para ter certeza de que ele vai aprender a lição, vou ter certeza de que ele não vai comer ninguém mais. Halley começou a cortar seu pênis, bem rente ao corpo, não deixando nada visível, cauterizando o local. Então eliminou qualquer vestígio de bolsa escrotal, cortando-a e cauterizando. Então falou: Agora vá... Se você voltar, eu vou publicar esse vídeo em vários lugares... Você além de ser um capado, fará com que todos saibam disso. Eu vou fazer de uma forma com que todos saibam que eu cortei seus bagos! O rapaz, contraditado vestiu-se e foi. Eles então olharam para mim: você também vai aprender sua lição guri! Achou que fosse sair ileso dessa? Fui colocado na mesa e, para meu desespero, também tive o pênis amputado. Todo o procedimento foi filmado. Halley falou: Agora sim, um verdadeiro eunuco! Agora você não terá outro propósito senão servir-me e servi à Chris... Sem esse pênis não terá outras preocupações senão nosso prazer! Eu deveria ter feito isso muito antes! Agora eu passaria a atender os desejos de meus senhores. Estava punido! Sem os testículos e sem meu pênis. Agora não havia nenhum vestígio de que eu era um homem e, como Chris sempre dizia, eu era seu capadinho.
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