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Aquilo começou como uma brincadeira e eu acabei completamente capado e ainda menos homem do que era. Minha namorada Sandra desdenhava do tamanho do meu pénis e dos meus ovinhos. Em especial destes últimos. Meu ovo esquerdo, o mais pequeno dos dois, pouco maior é do que um ovo de pomba, quase nem se vê, como se nem existisse. Não admira por isso que na primeira vez que baixei as cuecas perante ela, Sandra tenha inicialmente pensado que eu só tivesse um colhão. - Ui, que é isso, meu amor? escarneceu minha namorada, apontando com o dedo para o meu entre-pernas Que aconteceu à tua segunda bolinha? O gato comeu-ta ou nasceste já meio capado? Não admira por isso que ainda sejas virgem. Custou-lhe a acreditar que eu tinha um par de tomates nas pernas tal como a maioria dos homens, e só quando enfiou sua cabeça se convenceu que eu tinha de facto duas bolinhas. Mas que bolinhas, comentou desolada. Não valiam em conjunto nem metade de cada um dos colhões de cada namorado seu anterior. Sandra tinha muita mais experiência no capítulo sexual do que eu, que não passava de um espectador ávido de filmes pornográficos que apenas me deixavam o pau esfolado de tanto tocar punhetas, por isso as palavras dela tocavam-me fundo. Não que me desagradassem, bem pelo contrário. Elas faziam-me antes sentir orgulho de ser genitalmente diferente de todos os seus anteriores amantes, pois isso me distinguia deles. Nessa noite, fazia um mês que eu lhe pedira namoro e ela aceitara, Sandra ir-se-me-ia entregar pela primeira vez mas a visão da minha nudez arrefeceu-lhe o entusiasmo. Disse-me apenas ser incapaz de fazer amor com um homem tão curto de pau, que uma pila como a minha não a entusiasmava a recebê-la. Dormimos apenas, abraçados um ao outro, nuzinhos, depois de eu lhe ter feito um minete e de ela me ter consentido ejacular nas suas mamas durinhas. - Tens pouca esporra nos ovinhos comentou, depreciativa contemplando a langonha que lhe depositei no rego das mamas És o namorado com menos esporra que eu já tive. E também não te aguentas muito tempo de pau feito. Vê-se bem que só estás habituado a tocar punheta. Percebi que teria de a servir de um modo diferente de todos os homens a quem Sandra se entregara antes de mim, e porque ela era a primeira mulher com quem eu dormia e a amava, dispus-me a fazê-lo. Umas noites mais tarde, Sandra comentou que se vivêssemos numa sociedade empenhada em promover o aperfeiçoamento genético das gerações, um ser do sexo masculino possuidor de uns tomatinhos tão pouco desenvolvidos como os meus, seria capado para não transmitir tal características aos seus descendentes varões. E acrescentou que tal tarefa deveria caber a mulheres como ela, com bastante rodagem no capítulo sexual, pois só elas estavam devidamente habilitadas a considerarem um homem digno ou não de conservar os seus apetrechos de fornicação. A ideia de ser capado por uma mulher como a minha namorada, excitou-me bastante, tanto que meu pénis inchou por baixo do fecho das calças. - Eras capaz de me capar, Sandra, só porque tenho os ovos minúsculos? perguntei-lhe, com uma vontade insana de tocar uma punheta e de a ouvir dizer que sim. Sandra cruzou a perna e como estava de mini-saia, mostrou-me a sua coxa nua, moreníssima, e o vislumbre da calcinha cor-de-rosa. - Claro que sim, meu amor! Homens com uns baguinhos tão miudinhos como tu os tens, deviam ser capados em novos, ainda antes de começarem a tocar punhetas confirmou ela Porque é que pensas que nunca te deixo meter-me? Não quero correr o risco de parir um menino com uma pilinha e uns colhõezinhos tão pequeninos como os do pai. Ou pior ainda. Aposto que o teu pai era um colhões de rato como tu. Com aquela conversa, Sandra não teve outro remédio que não fosse deixar-me servir do seu peito e deixar-me tocar uma punheta nele tão empolgado ela me deixou. Mas quando lhe fiz o minete constatei que a sua cona estava mais húmida do que o normal, e que o seu orgasmo foi muito mais intenso e molhado do que habitualmente. A ideia da castração excitara-a tanto como a mim. Foi a partir daí que começámos a encenar quase diariamente a fantasia da castração. Comecei a raspar o saco e à noite Sandra despia-me, amarrava-me com as pernas abertas, e toda nua ou vestida apenas com reduzidos trajes menores, simulava castrar-me com uma comprida faca fazendo lembrar a adaga de um soldado turco. - Colhões inúteis que mal se vêem dizia ela, apertando-me o escroto com as mãos como se o quisesse espalmar e encostando-me o gume frio e afiado da faca na costura da noz, como se a fosse apartar colhõezinhos raquíticos que nunca se chegaram a formar, e que quase não produzem esporra para alimentar os ovários de uma mulher. Não mereceis existir pois nem colhões de homem sois, SOIS COLHÔES DE RATO. Vou-vos cortar fora, malditos, inúteis, que nem com hormonas de cavalo conseguiríeis fazer ficar de pé o maldito caralho que vos acompanha desde nascença. E sempre apertando-me os tomates com força e esticando-mos, girava a faca em todos os sentidos como se mos fosse cortar de verdade. - Vou-te cortar o saco todo com um só golpe, amor dizia-me ela por vezes Já estás a ficar com a pila em pé, tarado? Quanto eu te arrancar o saco nunca mais vais ficar com a pila em pé, e não me incomodarás mais com a exibição patética do teu tesão. Não que não goste de ver homens com tesão, mas que sejam homens bem dotados e com uma boa parelha de tomates, não uma ridícula amostra como a tua. E de outras vezes: - Vou cortar-te os bagos ao meio, um a um. E bem devagarinho para te fazer doer muito. Homens como tu devem sofrer muito quando lhes estão a cortar os bagos, pela audácia que têm em desejar mulheres apetitosas como eu quando não têm nada de másculo para lhes oferecer. Sabes uma coisa, meu querido? Acho que não vou apenas cortar-te os ovinhos e o saco mas vou cortar-te igualmente a pilinha. Afinal também não vais precisar dela pois uma vez cortados os ovinhos nem uma punheta te vai apetecer tocar quando me vires nua. Se mesmo com eles no sítio nunca foste capaz de montar uma mulher ainda menos o irás conseguir agora que tos vou cortar. É, está decidido, vou-te cortar a pila também, e assim ficarás um perfeito capadinho, não concordas? E Sandra, agarrando-me no caralho teso, segurando-o com as mãos ao alto e por vezes desferindo-lhe sonoras palmadas que apenas o deixavam mais duro, fazia igualmente que o cortava pela carqueja de maneira a que não me restasse mais nada dele. - Vais ficar com a barriga bem lisinha, meu frouxo avisava minha namorada, o aço da lâmina bem encostadinho, prontinho a decepar-me o pénis sem os tomatinhos e sem a tua pilinha, só me servirás de língua estendida como um cão faminto, que é assim que todos os homens de caralho mal formado devem servir as mulheres fogosas como eu. Eu pedia-lhe que me cortasse tudo, o caralho, os colhões, me convertesse numa fêmea como ela pois de facto tendo nascido com aqueles instrumentos não merecia ser considerado um homem de verdade. Mas no momento da ejaculação, quando Sandra simulava ter terminado a minha castração e me tocava a tão aguardada punheta, ou me deixava tocá-la nas suas mamas, ou até mais raramente na sua boca, eu experimentava o orgasmo mais intenso da minha vida. E lambendo-lhe a vagina sentia que ela experimentava a mesma sensação que eu. - Ah, meu capadinho! gemia Sandra, vindo-se na minha boca Agora só tens a língua para dar consolo a uma mulher. Hei-de gozar muito vendo-te a lamberes-me a rata toda melada com a esporra de machos muito mais abonados do que tu a quem eu não me cansarei de lhes abrir as pernas, agora que te capei. - Sim, querida, sim prometia-lhe eu sorvendo-lhe deliciado os sucos do gozo quero ser o teu corninho capado, quero lamber-te toda besuntada com a esporra dos homens com quem me vais pôr os cornos, meu amor. E era verdade. Naqueles momentos eu não me importaria de ser separado dos meus bagos e ser o seu corno, tanto essa ideia me excitava. Ao fim de pouco tempo Sandra confidenciava-me serem aqueles os momentos de sexo mais avassaladores que ela já experimentara com qualquer homem. E isso, como podem imaginar, encheu-me de orgulho. Noutras ocasiões Sandra mandava-me pousar o caralho e os tomates em cima de uma mesa ou sobre um banco e com a faca pousada sobre eles ameaçava cortar-mos, sempre denegrindo o seu pouco tamanho e a incapacidade que eu tinha em manter o pénis em pé por muito tempo. - Tu já és quase um completo frouxo, meu amor constatava ela Quase que nem tesão tens, tão pouco tempo consegues manter a pila em pé. Ela não te faz falta para nada. Vou cortar-ta bem rentinha e pôr-te uma palhinha no lugar dela para poderes fazer xixi daqui para a frente. A questão é que a nossa fantasia estava-se tornando cada vez mais convincente e realista, tanto que uma vez Sandra confidenciou-me que se estava tornando muito difícil para ela conter-se no momento de me passar a faca nos ovinhos. - Chego a convencer-me que te vou capar mesmo, meu colhõezinhos de rato, quando te estou a ameaçar com a faca, que sinto uma frustração enorme no final por não to fazer mesmo admitia-me ela, várias vezes. Longe de me mostrar desagradado com a sua confissão eu compreendia-a. Intimamente concordava com ela, que os meus tomates eram ridiculamente pequenos, que as minhas erecções eram fracas e o meu caralho não era suficientemente apetecível para mulher alguma e por isso permanecia virgem, apesar de eu já ter quase 30 anos. Parecia-me, agora que me habituara a satisfazer a namorada na base do minete, que o melhor mesmo era ser castrado e por isso acabar tais sessões sem o ter sido de facto constituía igualmente para mim uma frustração tão grande como para ela. Poder servir sexualmente Sandra sem obter nenhum gozo dela parecia-me a maior prova de amor que lhe poderia dar. E disse-lho um dia. - É, meu amor reconheceu ela de facto cada vez me convenço mais que nada disto faz sentido se não te cortar mesmo os tomatinhos um dia. A pila não. Seria arriscado demais cortar-te a pila fora embora isso fosse o máximo de qualquer castração. Mas os tomatinhos, sim. Adoraria cortar-te os tomatinhos fora. Se for bem feito, o corte dos tomatinhos não envolve grandes riscos. Vamos pesquisar sobre o assunto antes de avançarmos, que dizes? Excitadíssimo disse logo que sim. Apenas lhe fiz prometer que quando decidisse capar-me eu não seria avisado, a surpresa seria essencial, o que Sandra concordou. A partir desse dia minha namorada passou a esterilizar cuidadosamente a faca de maneira a que ela estivesse permanentemente apta a consumar a amputação. Começou igualmente a aplicar-me umas bandas elásticas nos testículos, muito utilizadas na castração de bezerros jovens, que me impediam o afluxo de sangue ao saco, por termos lido que essa era uma das formas mais eficazes de evitar o perigo de hemorragias durante o processo da castração e cicatrização de machos. De facto as bandas cumpriam eficazmente a sua função. Colocadas ao redor do meu saco por um elastrador, esmagando-me os vasos sanguíneos e o abastecimento de oxigénio dos tomates, eu não precisava de muito tempo para os sentir gelados. Sandra nunca me deixava ficar com elas mais de um quarto de hora, vinte minutos, após o que as cortava, arranhando-me a pele rugosa, com a mesma faca com que ameaçara arrancar-me os colhões e o caralho, e nessa altura eles já apresentavam uma cor arroxeada. - Mais um bocadinho e os teus ovinhos estariam mortos, meu amor - exclamava ela então Aposto que seria capaz de tos cortar com um só golpe agora. Saco e tudo. - Corta, corta, amor! pedia-lhe, em resposta Corta tudo, querida, que os meus colhões não te servem em nada. Corta-os que só a minha língua te basta. Até que uma coisa Foi uma noite em que eu comecei por a lamber demoradamente e Sandra com as suas coxas sobre a minha face e vestida apenas com uma cinta vermelha, gozou três vezes os seus habituais orgasmos húmidos. Eu estava todo nu sobre a cama, pernas e braços bem abertos e amarrados a cada uma das extremidades do leito, as dolorosas bandas amarradas em torno do saco testicular. Já há mais de meia hora que Sandra mas colocara e há mais de meia hora que eu lhe fazia minete atrás de minete, enquanto ela me masturbava e me passava a faca sobre os colhões e o caralho, ameaçando cortá-los como de costume. Mas desta vez e apesar de ela nada me ter dito como combinado, eu sabia que ela IA MESMO FAZÊ-LO, e que a nossa fantasia ia mesmo FINALMENTE acontecer. Sempre que Sandra me colocava as bandas e apesar delas me deixarem os tomates doendo por um bom tempo, eu ficava cheio de tesão e acabava tocando no peito dela as maiores punhetas da minha vida, e naquele momento sentindo estar a poucos minutos de perder minhas bolas o meu pauzinho empinou ainda mais. - Ainda não é chegado o momento de te desaleitares, meu amor disse ela batendo com a palma da mão na cabeça do caralho e obrigando-o a baixar um pouco depois de ter cuspido um pouco de esperma hoje só te vais desaleitar depois de ter cortado fora o teu simulacro de colhões. Ultimamente Sandra dizia sempre aquilo mas mais uma vez tive a percepção que desta vez era a sério. Como seriam as minhas relações com Sandra dali para a frente pensei, mas completamente fascinado, ainda que também algo aterrorizado, pela consumação da castração. - Vou começar por te cortar a pila elucidava ela fazendo girar a faca em volta da base do meu pénis - Uma pila como a tua não serve para foder e por isso merece ser cortada. Tê-la tesa como a tens agora apenas contribui para te alimentar o desejo de tocar punhetas já que é essa a única que ela sabe fazer. Zás, já está. Já estás sem pila, amorzinho, como devias ter nascido. Agora vou fazer-te o mesmo às bolas e tirar-te de vez todo o tesão. Não ma cortou. Por enquanto ainda estava apenas nos domínios da fantasia. A faca desceu agora pelo meu baixo-ventre e percorria-me muito ao de leve a pele rugosa do saco enquanto a sua mão mo apertava dolorosamente fazendo-o girar em todos os sentidos. - As tuas bolas não passam de meros e muito distanciados projectos de colhões, meu amor falava com voz mansa Vou-te aliviar delas para sempre. Valeu? A faca ainda passeou nas minhas bolas, para cima e para baixo, como se me quisesse dar-me a provar-lhe o gosto, e efectivamente eu adorava sentir o frio cortante do aço da faca grandalhona ali encostado, ameaçando castrar-me. Só que desta vez, E FINALMENTE, o gume da faca não ficou apenas encostado, muito lentamente para me fazer provar toda a dor da castração, Sandra puxando por uma das pontas da pele do meu saco, meteu-lhe mesmo a faca, deu um golpe, depois outro, um terceiro e começou a cortar. Berrei, gritei-lhe, debati-me todo, implorei-lhe que parasse, afinal já não queria nada ser capado, mas infrutiferamente. - Já não queres ser capado, meu amor? zombou ela Pensasses nisso antes. Agora é tarde de mais para desistires. Agora que já meti a faca, por nada deste Mundo desistiria de te arrancar os tomatinhos, um a um meu amor. Hoje quero ver-te capadinho da silva como um boi manso. Podes gritar e debater-me que nada vai fazer alterar a minha decisão. Ou pensas que a maioria dos eunucos o é por vontade própria? Coragem. Tens os tomatinhos tão pequeninos que não vou precisar de muito tempo para tos capar. Sandra começara pelo esquerdo, o mais pequeno, o tal que ela dizia nem existir na primeira vez que me viu todo nu. Depois de fazer uma incisão a todo o comprimento da pele exterior, puxou o ovo no seu interior sempre relatando com farta soma de pormenores o trabalho que ia fazendo, ainda que eu também fascinado como estava por tudo o que via e pelo que ela me estava fazendo apesar das minhas súplicas, não perdesse pitada de nada. - Com a pele do saco aberta é que dá para ver bem como o teu ovinho é mesmo pequenino comentou puxando-o para fora e pousando-o na palma da mão, o que me doeu ainda mais Devias ter sido logo capado à nascença como se faz aos animais machos de criação que nascem pouco dotados para serem reprodutores. Agora com uma faca mais pequena e mais parecida com um bisturi, Sandra repetiu a incisão mas desta feita sobre a película esbranquiçada de pele que revestia meu testículo até o deixar totalmente a descoberto. - Céus! exclamou Nunca tinha visto por dentro um colhão de homem ao vivo. Como o tens pequenino! É bem menor do que um ovo de pomba. Aberto como tinha o saco eu podia ver os canais que o seguravam dentro do saco e Sandra depois de ter feito girar meu ovo e constatado que graças à acção das bandas pouco sangue escorrera dos meus dois cortes, voltando a pegar na faquinha pequena decepou-me com um golpe certeiro os canais do meu colhão esquerdo. Este não caiu no chão porque Sandra o embrulhara na palma da sua mão esquerda. - Vamos ao segundo, meu querido, não vamos deixar o trabalho a meio. Minhas dores eram tantas que eu deixaria a castração do meu segundo colhão para o dia de São Nunca à Tarde, mas Sandra não pensava da mesma maneira. Repetindo o procedimento, e sempre expressando o máximo desprezo por machinhos como eu que quase nem órgãos masculinos tinham no meio das pernas, cortou-me a segunda bola. Curiosamente apesar das dores que a pressão das bandas e o corte dos testículos me provocaram, eu continuava com o pénis inflamadíssimo de tesão. Quando pesquisáramos sobre a castração, Sandra e eu descobríramos que isso era normal, regra geral os recém-capados como era o meu caso, conservam a possibilidade de uma última erecção, em especial se a ideia da castração os excita bastante. Apesar dos seus três orgasmos anteriores minha namorada queria aproveitar aquela minha última faculdade de homem sexuado em seu proveito, e dar-me ao mesmo tempo uma recompensa por me ter submetido a tal operação. - Virgem eras quando te capei, por isso seria normal que virgem permanecesses para o resto da vida afirmou, depois de me ter cortado as bandas elásticas e cosido a pele do saco, e avisando-me que o cortaria assim que ele estivesse completamente seco Mas uma vez que ainda conservas alguma da capacidade dos homens completos, vou-te dar a provar aquilo que espero nunca tenhas oportunidade de provar. E montando nas minhas ancas, Sandra deixou que o meu caralho erecto lhe penetrasse a rata e a inundasse com o seu sémen, ele que até então apenas se viera com as punhetas que eu lhe tocava ou com as mamas que Sandra me disponibilizava para me fazer esporrar sobre ela. Nunca mais tive tesão desde esse dia, nem quando passo a noite fazendo minetes à Sandra. Mas só pelo orgasmo que eu saboreei nessa noite, e pela autorização que tive para lhe meter o caralho dentro dela, valeu bem a pena ter tido os colhões cortados para sempre.
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