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Marc tinha acabado de completar 13 anos e morava em um colégio interno. Se masturbava 2 ou 3 vezes por dia, o que era expressamente proibido pela escola para garotos. Aquela semana parecia normal. Os malefícios da masturbação eram reforçados semanalmente, assim como as ameaças, que iam de espancamentos até promessas de castração. Todos gostavam de pensar que eram apenas ameaças para mantê-los amedrontados. Sempre havia comentários de algum garoto, de outro ano, que teria sido punido, mas nunca ninguém confirmava. Na segunda-feira, um dos professores chamou um dos alunos e perguntou-o: O que houve no fim de semana? O aluno, envergonhado, foi até a frente da sala, com a cabeça abaixada e respondeu: Eu fui pego. O professor insistiu: Pego fazendo o quê? Conte aos seus colegas? "Eu fui pego me masturbando." O professor persistiu: E o que acontece com quem é pego? O garoto, ainda mais envergonhado: "É punido." Marc mal podia conter seu desejo em ver o colega sendo humilhado em frente de todos, admitindo seus erros. Já pensava em como seria se estivesse no lugar dele. O professor então falou para que ele voltasse ao seu lugar. "A partir deste mês, começaremos uma nova política de tolerância zero. Que isto fique bem claro. E tolerância zero significa que alguém pego se masturbando será também 'zerado' - terá os testículos e o pênis cortado. E acreditem em mim, isto não será divertido." Por receio, Marc não se masturbou naquele dia, e, no dia seguinte, souberam que um de seus colegas havia sido pego no banheiro por um dos fiscais. No começo parecia mais um dos boatos, mas o colega não foi para a aula na manhã. No período da tarde, ele entrou na sala vestindo apenas uma camiseta branca, com nada cobrindo seus genitais, revelando apenas um curativo. Duas mulheres, vestidas como enfermeiras o acompanhavam. Elas mostraram o garoto e explicaram: Como todos já sabem, os testículos são os responsáveis pelo desejo incontrolável de vocês. E como também já sabem, aqueles que persistirem em se masturbar, serão punidos. Este é mais um aviso e um sinal de que a escola está disposta a implementar a política; o colega de vocês teve os testículos e o pênis cortado. Então, a segunda começou a falar: Mas se alguém quiser voluntariamente confessar que não tem controle e quiser se submeter à cirurgia, o pênis será preservado. Ou seja, apenas os ovinhos serão cortados. Elas foram levando o colega para dar o recado em outras salas. Marc estava preocupado e excitado ao mesmo tempo. Então era verdade, os garotos seriam castrados. Ele pensava em quanto tempo suportaria sem se masturbar, pois já estava cheio de desejo. Mas não queria ter suas partes cortadas. Naquela noite, alguns garotos discutiram. Vários falavam que seriam castrados de qualquer forma, então que seria preferível optarem pela adesão voluntária, podendo pelo menos preservar o pênis. Mas o fato é que nenhum teve coragem de se oferecer, até que, 3 dias depois, dois garotos de outra classe foram apresentados do mesmo modo. Despidos, revelando que haviam sido castrados. Durante o intervalo, Marc conversou com um colega: Eu não agüento mais! Eu preciso me aliviar! - Mas se te pegarem, você viu o que elas farão! Elas vão cortar seus bagos! E sua pica! Mas eu não agüento... não tenho mais como resistir... Então, ele foi ao banheiro. Quando abria sua calça, a porta de sua cabine foi destrancada. As duas enfermeiras estavam acompanhadas de outra pessoa, um dos diretores da escola, que falou: Ele é notório pelo mau comportamento. Estou certo de que ele precisa ser castrado. Marc foi levado para a enfermaria. Ele seria o primeiro a ser preventivamente castrado. Todos os outros haviam sido pegos realmente se masturbando. Uma das enfermeiras falou: Nós vamos ser boazinhas, como sabemos que você não estava exatamente se masturbando, nós vamos poupar seu pintinho. Só vamos cortar seus baguinhos. Marc foi colocado na maca, com as pernas atadas. Enquanto uma delas depilava seus poucos pêlos pubianos, ele teve uma ereção. Uma das enfermeiras zombou: Olhe, um pintinho duro... alguém está com vontade de ser castrado! Marc estava desesperado. Faziam dias que não se masturbava. Sentia seu pênis latejar. Uma das enfermeiras passou a acariciar sua glande. Marc nunca estivera tão excitado! Parecia querer explodir. Foi quando sentiu uma forte dor: Elas haviam começado sua castração! Com um bisturi, elas abriam seu saco escrotal. Seus dois testículos foram colocados para fora. Apesar da dor, seu pênis estava mais duro que nunca. Eu vou cortar seus ovinhos, então estou certa que está é sua última ereção adequada. Com um só movimento, seus testículos foram cortados. Mas Marc manteve a ereção. Uma das enfermeiras passou a brincar com seu pênis: Uau, mesmo castrado ele ainda está duro! Ele deve ter gostado! Mas agora ele será um menino obediente... e vai fazer o que eu mandar... não vai? Eu quero que você goze para mim... Então ela masturbou Marc, que rapidamente explodiu. Foi então que foi tomado pelo sentimento de culpa. Sentira prazer com sua própria castração! O antagonismo e a sensação de culpa o tomaram. Depois de um tempo, Marc foi levado ao seu dormitório. Certamente, no fim do dia, todos já saberiam que ele não tinha mais os testículos. Sua cabeça se enchia de questões. Será que zombariam dele? Será que o chamariam de Zé Capado, como faziam com os outros? Será que iriam forçá-lo a mostrar sua castração, por todas as classes, como fizeram com os outros? Ao final do semestre, vários outros garotos ainda seriam castrados, parcialmente ou totalmente. Logo, o número de alunos castrados superava o número de aluno com os testículos.
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